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Thursday 18 January 2018
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Liga da Justiça é a maior estreia da semana

Drama romântico Uma Razão para Viver, com Andrew Garfield e Claire Foy, e drama baseado em fatos reais Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha, de Stephen Frears, também são destaques.

Em um ano que foi um divisor de águas para o Universo Estendido da DC após o sucesso de Mulher-MaravilhaLiga da Justiça chega aos cinemas para tentar consolidar a maré boa da Warner Bros. com seu catálogo de heróis após os contestados Batman Vs Superman – A Origem da Justiça e Esquadrão Suicida.

Maior destaque do circuito nacional de estreias, Liga da Justiça começou a ser exibido no Brasil na quarta-feira (15) em função do feriado da Proclamação da República. Na trama, Bruce Wayne (Ben Affleck), ainda culpado pela morte do Superman (Henry Cavill), se une a Diana Prince (Gal Gadot) para formar uma equipe de heróis capaz de enfrentar o vilão Lobo da Estepe (voz de Ciarán Hinds). Auxiliado por seus parademônios que se alimentam de medo, a criatura milenar pretende usar o imensurável poder das Caixas Maternas para transformar a Terra numa paisagem infernal. Cientes dos riscos, mas atentos aos seus deveres, Batman e Mulher-Maravilha conseguem mobilizar os meta-humanos Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Ciborgue (Ray Fisher) para a missão. A direção é de Zack Snyder.

Uma Razão Para Viver, primeiro filme dirigido por Andy Serkis a chegar aos cinemas, é um drama romântico baseado em fatos reais estrelado por Andrew Garfield e Claire Foy. Na trama, o ator de Até o Último Homem interpreta um aventureiro britânico que perde os movimentos do pescoço para baixo e só encontra forças no apoio de sua esposa, vivida por Foy. Dirigido por Stephen Frears, outro drama biográfico de época que deponta no país nesta quinta-feira é Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha, sobre a amizade entre a rainha britânica Victoria (Judi Dench) e seu conselheiro indiano (Ali Fazal).

Dirigido por Laurent Cantet, o drama francês A Trama acompanha uma oficina de literatura ministrada por uma professora parisiense com jovens de baixa renda e diferentes origens no interior da França. O drama italiano Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo apresenta a história de uma mulher divorciada que pensa em reatar com o ex-marido. Outro filme italiano, desta vez um que trata do romance pelo viés da comédia, Algo de Novo traz duas amigas de perfis distintas que se interessam pelo mesmo homem. O drama português Colo completa o circuito de ficções com o retrato da incomunicabilidade de uma família em crise.

Nesta quinta-feira chegam ainda os documentários Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir, de Ai WeiweiOn Yoga: Arquitetura da Paz, de Heitor Dhalia; e Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos, de Francisco C. Martins.

Liga da Justiça: “…não é o filme perfeito, mas é uma luz de esperança no universo da DC. É a obra que consegue ser tudo aquilo que os fãs de Batman vs Superman fingem que ele é.”

Uma Razão para Viver: “Composto por divertidos e inacreditáveis trechos de road movie e uma história real inspiradora e instrutiva (que no entanto não sana as dúvidas mais práticas sobre a rotina com tetraplegia), Uma Razão Para Viver é mais um entre tantos dramas de época britânicos sem personalidade, porém operante.”

Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha: “Em um filme de abordagem preguiçosa, por se ater a maniqueísmos em torno de personagens de lado a lado, Victoria & Abdul sobrevive apenas graças ao talento de Judi Dench.”

A Trama: ” O drama efetua um importante paralelo entre a ficção policial absurda criada pelos alunos e aquela mais perigosa, mas não menos absurda, defendida pela extrema-direita para seduzir jovens desencantados com a democracia.”

Colo: “…um potente filme sobre os sintomas da crise econômica em Portugal. Sem recorrer a obviedades, sem humilhar ou martirizar qualquer personagem, Villaverde os transforma em fantasmas, em pessoas sem futuro. Com um lirismo simples em sua concepção e potente nas simbologias, o filme nada contra a corrente das produções de arte impecavelmente bem construídas e produzidas, ousando ser áspero, incompleto, patético em algumas cenas e artificial em algumas atuações”

Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir: “O projeto se preocupa em humanizar as dezenas de sírios, palestinos e afegãos retratados. Além de entrevistas e retratos fotográficos, estes grupos são vistos em interações cotidianas: cozinhando, brincando, conversando. É no retrato da normalidade que o cineasta pretende fazer dos refugiados um outro de nós – condição indispensável para despertar identificação do público.”

 

Fonte: http://www.adorocinema.com




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